Perguntas frequentes

 
Pois os transtornos mentais, em especial, os transtornos mentais relacionados ao trabalho (TMRTs), aumentam sua prevalência dia após dia. Conforme dados oficiais (INSS, 2017), as reações graves ao stress, o transtorno de adaptação (ou ajustamento), os transtornos depressivos e os transtornos ansiosos lideram o ranking dos TMRTs. Alguns, são erroneamente classificados como "relacionados ao trabalho" via NTEP (Nexo Técnico-Epidemiológico), o que requer do Médico do Trabalho conhecimento para desconstituir o nexo junto às instâncias competentes do INSS. 

Em tempos de "pente-fino do INSS", caberá também ao Médico do Trabalho orientar a empresa no sentido de recepcionar e readaptar inúmeros trabalhadores, que até pouco tempo atrás estavam recebendo os chamados BILDs (benefícios de incapacidade de longa duração), muitos deles com transtornos mentais diagnosticados.

Por questões psiquiátricas, são frequentes as dúvidas dos Médicos do Trabalho nos exames ocupacionais. Vários são os dilemas desses profissionais na hora de qualificar um "apto" ou "inapto" em virtude de queixas psiquiátricas dos trabalhadores. Assim, nunca foi tão importante que Médicos do Trabalho conheçam mais sobre o fundamento dos atestados e relatórios dos médicos Psiquiatras, em especial, no que tange aos prognósticos dos transtornos mentais mais prevalentes, pois isso certamente resultará em condutas mais seguras e acertadas.

Nas empresas, as demandas relativas ao tema são cada vez maiores. Por consequência, o número de processos judiciais que versam sobre essa matéria aumentam dia a dia, com indenizações vultuosas já tendo sido confirmadas nas últimas instâncias (ex.: mais de 1 milhão de reais em indenização arbitrada para um banco - processo judicial: RR 7834920105050463). Ao Médico do Trabalho tornou-se imprescindível conhecer os principais TMRTs e seus corretos manejos. 

Além de contribuir ativamente na prevenção de doenças psiquiátricas, a Medicina do Trabalho pode abrir um canal de cooperação com o médico psiquiatra e assumir um papel protagonista no estímulo da continuidade e adesão ao tratamento medicamentoso instituído, uma vez que os Médicos do Trabalho estão diariamente em contato com os trabalhadores.

Isso tudo sem falar no networking do I CBPO, que reunirá mais de 700 profissionais de altíssimo gabarito. Encontros que possibilitam novas oportunidades, novas parcerias e novas amizades.

Enfim, motivos não faltam para os Médicos do Trabalho atualizarem seus conhecimentos nesse amplo e complexo tema: a Psiquiatria Ocupacional.
Pois os transtornos mentais, em especial, os transtornos mentais relacionados ao trabalho (TMRTs), aumentam sua prevalência dia após dia. Conforme dados oficiais (INSS, 2017), as reações graves ao stress, o transtorno de adaptação (ou ajustamento), os transtornos depressivos e os transtornos ansiosos lideram o ranking dos TMRTs. Alguns, são erroneamente classificados como "relacionados ao trabalho" via NTEP (Nexo Técnico-Epidemiológico), o que requer do Médico Perito do INSS conhecimento para justificar a inexistência do nexo. 

Em tempos de "pente-fino do INSS", cabe também ao Médico Perito do INSS avaliar com isenção, justiça e técnica os inúmeros trabalhadores, que até pouco tempo atrás estavam recebendo os chamados BILDs (benefícios de incapacidade de longa duração), muitos deles com transtornos mentais diagnosticados.

Por questões psiquiátricas, são frequentes as dúvidas dos Médicos Peritos do INSS nos exames periciais. Mesmo com as simplificações instituídas pelo "Projeto de Governança" nas perícias do INSS, vários são os dilemas desses profissionais na hora atestar a (in)capacidade de um segurado em virtude de questões psiquiátricas.

Assim, nunca foi tão importante que Peritos do INSS conheçam mais sobre o fundamento dos atestados e relatórios dos médicos Psiquiatras, em especial, no que tange aos prognósticos dos transtornos mentais mais prevalentes, pois isso certamente resultará em condutas periciais mais seguras e acertadas.

Ao médico Perito do INSS tornou-se imprescindível conhecer os principais transtornos mentais e seus corretos manejos. 

Isso tudo sem falar no networking do I CBPO, que reunirá mais de 700 profissionais de altíssimo gabarito. Encontros que possibilitam novas oportunidades, novas parcerias e novas amizades.

Enfim, motivos não faltam para os Peritos do INSS atualizarem seus conhecimentos nesse amplo e complexo tema: a Psiquiatria Ocupacional.
Pois os transtornos mentais, em especial, os transtornos mentais relacionados ao trabalho (TMRTs), aumentam sua prevalência dia após dia. Conforme dados oficiais (INSS, 2017), as reações graves ao stress, o transtorno de adaptação (ou ajustamento), os transtornos depressivos e os transtornos ansiosos lideram o ranking dos TMRTs. Alguns, são erroneamente classificados como "relacionados ao trabalho" via NTEP (Nexo Técnico-Epidemiológico), o que requer do Perito Judicial/Assistente Técnico conhecimento para abordar esse tema em seu laudo judicial/parecer técnico. 

Em tempos de "pente-fino do INSS", em que até pouco tempo atrás muitos trabalhadores estavam recebendo os chamados BILDs (benefícios de incapacidade de longa duração), vários com transtornos mentais diagnosticados, há uma tendência no aumento nas demandas judiciais que versem sobre o tema, em que pese os obstáculos processuais instituídos pela chamada "Reforma Trabalhista".

Por questões psiquiátricas, são frequentes as dúvidas dos Peritos Judiciais/Assistentes Técnicos nos exames periciais. Vários são os dilemas desses profissionais no que tange, por exemplo, a (in)capacidade dos trabalhadores em virtude de questões psiquiátricas, quantificação do dano psíquico, estabelecimento de nexo (con)causal com o trabalho, entre outras questões associadas.

Assim, nunca foi tão importante que Peritos Judiciais/Assistentes Técnicos conheçam mais sobre os fundamentos dos atestados e relatórios dos médicos Psiquiatras, em especial, no que tange aos prognósticos dos transtornos mentais mais prevalentes, pois isso certamente resultará em condutas periciais mais seguras e acertadas.

Aos Peritos Judiciais/Assistentes Técnicos tornou-se imprescindível conhecer os principais transtornos mentais e seus corretos manejos. 

Isso tudo sem falar no networking do I CBPO, que reunirá mais de 700 profissionais de altíssimo gabarito. Encontros que possibilitam novas oportunidades, novas parcerias e novas amizades.

Enfim, motivos não faltam para atualizarem seus conhecimentos nesse amplo e complexo tema: a Psiquiatria Ocupacional.
Pois os transtornos mentais, em especial, os transtornos mentais relacionados ao trabalho (TMRTs), aumentam sua prevalência dia após dia. Conforme dados oficiais (INSS, 2017), as reações graves ao stress, o transtorno de adaptação (ou ajustamento), os transtornos depressivos e os transtornos ansiosos lideram o ranking dos TMRTs. Alguns, são erroneamente classificados como "relacionados ao trabalho" via NTEP (Nexo Técnico-Epidemiológico), o que requer do operador do Direito conhecimento para abordar esse tema em suas peças processuais. 

Em tempos de "pente-fino do INSS", em que até pouco tempo atrás muitos trabalhadores estavam recebendo os chamados BILDs (benefícios de incapacidade de longa duração), vários com transtornos mentais diagnosticados, há uma tendência no aumento nas demandas judiciais que versem sobre o tema, em que pese os obstáculos processuais instituídos pela chamada "Reforma Trabalhista".

Por questões psiquiátricas, são frequentes as discussões judiciais. Vários são os pontos controversos de um processo relacionado ao tema, a saber: qualificação da a (in)capacidade dos trabalhadores em virtude de questões psiquiátricas, estabelecimento de nexo (con)causal com o trabalho, estabelecimento da culpa/dolo do empregador, qualificação do assédio moral, mensuração do quantum indenizatório proporcional ao dano psíquico ocorrido, entre outras tantas questões.

Assim, nunca foi tão importante que os operadores do Direito conheçam mais sobre o assunto. Certamente que este conhecimento será um grande diferencial para aqueles que atuam, sobretudo, no Direito do Trabalho e no Direito Previdenciário. Com isso, espera-se muito mais segurança do advogado nas orientações que serão dadas aos seus clientes, balizando com mais assertividade as expectativas processuais que serão criadas. Do julgador, espera-se mais fundamentações técnicas, justiça, parcimônia e equilíbrio nas sentenças/acórdãos. Aos operadores do Direito tornou-se imprescindível conhecer os principais transtornos mentais e suas repercussões. 

Isso tudo sem falar no networking do I CBPO, que reunirá mais de 700 profissionais de altíssimo gabarito. Encontros que possibilitam novas oportunidades, novas parcerias e novas amizades.

Enfim, motivos não faltam para atualizarem seus conhecimentos nesse amplo e complexo tema: a Psiquiatria Ocupacional.
Pois estudos sugerem um aumento na prevalência de transtornos mentais e consequências decorrentes, como por exemplo, o suicídio. Na mesma esteira, os transtornos mentais relacionados ao trabalho (TMRTs), aumentam sua prevalência dia após dia. Conforme dados oficiais (INSS, 2017), as reações graves ao stress, o transtorno de adaptação (ou ajustamento), os transtornos depressivos e os transtornos ansiosos lideram o ranking dos TMRTs.  

Em tempos de "pente-fino do INSS", em que até pouco tempo atrás muitos trabalhadores estavam recebendo os chamados BILDs (benefícios de incapacidade de longa duração), e que agora receberam "alta" do INSS, há uma tendência no aumento de consultas psiquiátricas desses pacientes solicitando, em especial, laudos e pareceres que comprovem sua situação de incapacidade laboral em virtude de doenças como depressão, TEPT, etc.

Muitos Médicos do Trabalho também solicitam pareceres psiquiátricos. E não são raros os casos em que os próprios Psiquiatras ficam na dúvida quanto a (in)atidão dos trabalhadores para determinadas atividades. 

A aproximação entre Psiquiatras e Médicos do Trabalho é outro ponto que será enfatizado no I CBPO. Basta lembrar que os Médicos do Trabalho veem os trabalhadores diariamente e, assim, podem assumir um papel importantíssimo no estímulo da adesão dos tratamentos psiquiátricos instituídos, o que repercute, em última instância, na melhora sintomática e da qualidade de vida dos pacientes.

Outro tema importante e, em geral, pouco explorado nas residências médicas em Psiquiatria é a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional. Muitos casos de Burnout são tratados como depressão, e a manutenção do paciente no mesmo ambiente laboral - que gera piora sintomática, pode ser interpretada por muitos Psiquiatras como falha terapêutica, perpetuando o insucesso do tratamento e/ou gerando iatrogenia.

Questões como a Síndrome de Burnout e outros transtornos mentais relacionados ao trabalho têm feito com que grandes empresas contratem Psiquiatras, Psicólogos e outros profissionais envolvidos com Saúde Mental, para dar consultorias e palestras no sentido de diminuir o adoecimento e os riscos de processos trabalhistas, previdenciários, etc. Abre-se ao Psiquiatra uma nova e pouco explorada frente de trabalho.

Isso tudo sem falar no networking do I CBPO, que reunirá mais de 700 profissionais de altíssimo gabarito. Encontros que possibilitam novas oportunidades, novas parcerias e novas amizades.

Enfim, motivos não faltam para os Psiquiatras atualizarem seus conhecimentos nesse amplo e complexo tema: a Psiquiatria Ocupacional.
Pois estudos sugerem um aumento na prevalência de transtornos mentais e consequências decorrentes, como por exemplo, o suicídio. Na mesma esteira, os transtornos mentais relacionados ao trabalho (TMRTs), aumentam sua prevalência dia após dia. Conforme dados oficiais (INSS, 2017), as reações graves ao stress, o transtorno de adaptação (ou ajustamento), os transtornos depressivos e os transtornos ansiosos lideram o ranking dos TMRTs.  

A aproximação entre Psiquiatras, Médicos do Trabalho e Psicólogos é outro ponto que será enfatizado no I CBPO. Basta lembrar que Médicos do Trabalho e Psicólogos de grandes corporações veem os trabalhadores de forma mais frequente e, assim, podem assumir um papel importantíssimo no estímulo da adesão dos tratamentos psiquiátricos instituídos, o que repercute, em última instância, na melhora sintomática e da qualidade de vida dos pacientes.

Outro tema importante e, em geral, muito pouco explorado nas graduações de Psicologia é a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional. Muitos casos de Burnout são tratados como depressão, e a manutenção do paciente no mesmo ambiente laboral - que gera piora sintomática, pode ser interpretada por muitos profissionais como falha terapêutica, perpetuando o insucesso do tratamento.

Questões como a Síndrome de Burnout e outros transtornos mentais relacionados ao trabalho têm feito com que grandes empresas contratem Psiquiatras, Psicólogos e outros profissionais envolvidos com Saúde Mental, para dar consultorias e palestras no sentido de diminuir o adoecimento e os riscos de processos trabalhistas, previdenciários, etc. Abre-se aos Psicólogos uma nova e pouco explorada frente de trabalho.

Isso tudo sem falar no networking do I CBPO, que reunirá mais de 700 profissionais de altíssimo gabarito. Encontros que possibilitam novas oportunidades, novas parcerias e novas amizades.

Enfim, motivos não faltam para os Psicólogos atualizarem seus conhecimentos nesse amplo e complexo tema: a Psiquiatria Ocupacional.